Leveza entre Pesos

Leveza entre Pesos

Regras, como é bom quebra_las! Ouso prefaciar este livro por inquietação. Ânsia para vê-lo publicado. Balão.

Caminho longínquo, com exagero, talvez, um risco, um resquício atávico.

Comum a proliferação, a terceirização dos prefácios, no contraponto poucas obras trazem o desenlace.Começo, então, pelo fim: O posfácio deste livro, certamente, tem mais,a nos dizer. Imagens, cuidados, cravos, pequenas flores chamadas, no comum, cravina-dos-poetas. Nada mais.
Mais forte que o titulo – Leveza entre Pesos- a síntese do presente, concentra-se primeiramente, nas cores e símbolos contidos na capa e contracapa (magenta, verde,, verde escuro,azul… O pássaro misterioso, linhas divisórias). Percebe-se rapidamente. Entre!
Desprezo o autor. Texto, que, de estreia, traz a pretensão de gravitar no universo da poesia, vale ou não vale a pena a obra. “música, poesia, Alimento… Água e pão.
processo de criação, vertentes diversas, explicações e jorros, é digno de menção, simplesmente graça, descortínio.
Encantam-me pelo conhecimento, ainda, contido.
Aprendi muito com este livro. No poema inicial apareceu-me Sartre, no poema seguinte, Fernando Pessoa… Em outros, Ricardo Coração de Leão, João sem Terra, Monteiro Lobato, Bernard Show, João Batista, Profeta Maior, Antonio da Matta, meu avô materno, Melusina, Madre Tereza de Calcutá o Lago dos Cisnes, Garcia Lorca, etc… Pessoas… Personagens…Lugares…Acontecimentos…E é lógico, cores… Imagens coloridas, quiçá em movimento.
Inicialmente por muito tempo, gestei este livro “titulando- o” como Olhando o pássaro, conseqüência: adesão, simbiose, com titulo “Leveza entre Pesos””
o não dito, a sugestão, a inquietacão, a procura pelo dialogo, efeito solidão… Assim nasceu.
Balão ao ar!
Exórdio em homenagem a Tom Zé, Lenir Beck, Cássia Eller e Sérgio da Matta.

Antonio Carlos da Matta.